sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Movimento Gota D'Água, contra a hidrelétrica, vai à Brasília e ouve de um ministro que as obras não vão parar

Depois do vídeo – que reuniu atores globais como Juliana Paes, Maytê Proença, e Ary Fontoura, entre outros, pedindo uma reflexão mais séria sobre a usina de Belo Monte, no Pará, e a interrupção de sua construção – representantes do movimento Gota D’água foram recebidos na última terça-feira no Palácio do Planalto, em Brasília, pelos ministros Edison Lobão (Minas e Energia), Izabela Teixeira (Meio Ambiente) e Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral).  

Após a reunião, o ator e um dos fundadores do movimento Gota D'Água, Sérgio Marone, contou que Carvalho disse ser "impossível" parar a construção da hidrelétrica. "Dizem que parar Belo Monte é impossível, que o governo precisa de energia". Mas Marone afirmou que "estudos em andamento" poderão mostrar que, com a mesma verba, pode-se "encontrar uma alternativa à hidrelétrica". 
Os representantes do movimento vão se encontrar novamente com os ministros em fevereiro, segundo afirmaram, para uma reunião de perfil mais técnico. "Essa foi apenas uma conversa inicial", disse Maria Paula Fernandes, uma das fundadoras do Gota D'Água.  
Apesar da posição firme do ministro de que não voltará atrás no projeto da usina, Maria Paula disse que o importante é que o movimento conseguiu "sensibilizar" a sociedade e o governo.
"Esse é nosso papel. Suscitar o debate", afirmou. Além do Gota D’Água, representantes do movimento Xingu Vivo também participaram da reunião. 
Só para lembrar, a hidrelétrica de Belo Monte ocupará parte da área de cinco municípios: Altamira, Anapu, Brasil Novo, Senador José Porfírio e Vitória do Xingu, todos no Pará. A obra custará pelo menos R$ 25 bilhões, segundo a Norte Energia. Há estimativas de que o custo chegue a R$ 30 bilhões. Trata-se de uma das maiores obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), uma das principais bandeiras do governo federal. 

Apesar de ter capacidade para gerar 11.200 MW de energia, Belo Monte não deve operar com essa potência. Segundo o governo, a potência máxima só poderá ser obtida em tempo de cheia.
Na seca, a geração pode ficar abaixo de 1.000 MW. A energia média assegurada é de 4.500 MW. Para críticos da obra, o custo-benefício não compensa. O governo contesta e diz que a geração menor evita um alagamento maior e que a energia é fundamental para o País.

Acesse o site: www.gotadagua.com.br

Plâncton

Em biologia marinha e limnologia chama-se plâncton (da palavra grega planktos, que significa errante) ao conjunto dos organismos que têm pouco poder de locomoção e vivem livremente na coluna de água ( pelágicos), sendo muitas vezes arrastados pelas  correntes oceanicas.
O plâncton encontra-se na base da cadeia alimentar dos ecossistemas aquáticos, uma vez que serve de alimentação a organismos maiores.

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Impacto Ambiental

O impacto ambiental é um desequilíbrio provocado pelo choque da relação do homem com o meio ambiente, surgiu a partir da evolução humana, ou seja, no momento em que o homem começou a evoluir em seu modo de vida. Nos primórdios da humanidade o homem mantinha uma relação de submissão com o meio ambiente.
Com o passar do tempo o homem descobriu o fogo, mas o impacto gerado por este era irrelevante para a natureza, depois passaram a cultivar alimentos e criar animais, com isso o impacto ambiental começou a aumentar gradativamente. Pois para plantar e para o gado pastar era necessário derrubar árvores de determinados lugares, além do mais, a madeira derrubada servia para construir abrigos mais confortáveis e obtenção de lenha. A partir desse momento, começou a se tornar mais visível os impactos ambientais causados pelo homem como, por exemplo, a alteração em certas cadeias alimentares.

Alguns impactos ambientais:

• Diminuição da biodiversidade;
• Erosão;
• Inversão térmica;
• Ilha de calor;
• Efeito Estufa;
• Destruição da camada de ozônio;
• As chuvas Ácidas;
• Mudanças climáticas, etc.

O que fazer para diminuir os impactos ambientais:

• Reflorestar as áreas desmatadas;
• Criar um processo de despoluição dos nossos rios, córregos, etc.
• A aplicação do desenvolvimento sustentável;
• Uso consciente dos recursos naturais;
• Evitar qualquer tipo de poluição.
• Conscientizar as gerações futuras sobre a preservação ambiental;
• Criar lei que garantam essa preservação, etc.


Postado por: Edilene

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Polícia Militar do Pará

GRUPO AFROREAGGAE VISITA A PMPA: O Grupo Cultural Afroreaggae, Organização Não-Governamental, sediada no Rio de Janeiro, esteve em visita a capital paraense, mais especificamente, à Polícia Militar do Pará, para realizar um documentário cujos principais personagens são os Sargentos Silvano (Batalhão de Operações Táticas / Rotam) e Marques, do BOPE da PMRJ.

O objetivo do trabalho é acompanhar e registrar o cotidiano dos militares no contexto de suas atuações operacionais em suas respectivas corporações e nas atividades que ambos exercem quando não estão no serviço operacional.

Um dos momentos marcantes da visita do Grupo foi o encontro com o Coronel PM Mário Solano, Comandante Geral da PMPA, que recebeu a todos os integrantes em um clima descontraído e de acolhida fraterna. Após a passagem por Belém, o grupo seguiu no sábado (17) para o Marajó, a fim de registrar imagens do trabalho da PM no arquipélago, com destaque para o policiamento com búfalos, exercido pelos militares do 8º Batalhão, sediado em Soure. Depois da visita ao Marajó, a equipe retorna a Belém para a viagem em definitivo para a capital fluminense onde fará a edição do documentário que tem previsão de conclusão e publicidade para meados do primeiro semestre de 2012.

Canibais Brasileiros

As tribos canibais
No Brasil encontramos tribos que praticavam os rituais do canibalismo, um exemplo, são os Tupinambás que habitavam no litoral sudeste do país. Baseados na caça e na recolecção (viviam do que recolhiam), acreditavam em espíritos e nos heróis  e nos pajés que transmitiam suas histórias. Eles possuíam uma língua comum, o tupi. Contudo, não havia uma união entre suas tribos e acabavam guerreando.
 

O ritual
 
canibalO ritual era realizado de forma que o índio que comesse a carne do outro poderia adquirir inteligência, coragem, força e outras habilidades. Esta tribo ao entrar em contato com os colonizadores portugueses acabaram morrendo.

O mito espalhado pela literatura oficial nos faz enxergar o terror que os europeus viram com os atos canibais da tribo. Assim, diziam que os índios eram violentos e possuiam uma índole má, que gostavam de caçar seres humanos para comer como churrasco e essa falta de informação, de conhecer o verdadeiro significado do ritual fez com que eles fossem cada vez mais exterminados pelos bandeirantes.

As crenças indígenas e os relatos de Hans Staden, um alemão que em 1554 foi aprisionado pelos Tupinambás e a partir daí viveu uma aventura que ilustrou a história dessa tribo, nos mostram que para os índios, se alimentarem de carne humana era puramente seguir um ritual. Se comessem carne de um homem forte e corajoso eles ficavam assim também (até mesmo se fosse vontade do morto), assim evitavam a carne de pessoas covardes e fracas. Isso ocorria somente após uma guerra.

Outro razão é a de que a tribo do índio morto poderia se sentir honrado quando o inimigo quisesse comer a carne dele para ser como ele. Fora isso, eles não praticavam canibalismo sempre e não comiam homens brancos (pelos índios acharem sua carne indigna, pois eles eram filhos dos deuses maus), caso contrário a tribo poderia ser amaldiçoada de acordo com suas crenças.

Por que muitas histórias sobre índios comendo padres e outros fenômenos sobrenaturais eram espalhados, caracterizando os índios como homens maus?

Havia muitas mentiras espalhadas  na época a favor da corte portuguesa.  Entre 1500 a 1640, os portugueses instalaram um posto comercial na costa do Brasil, lá eles trocavam o pau-brasil trazidos pelos índios por badulaques (objetos de pouco valor).
 
Quando os indígenas foram levados à Europa como escravos se revoltaram e em 1556, Dom Pero Fernandes de Sardinha (o primeiro bispo) foi devorado pelos índios caetés quando naufragou no litoral de Alagoas. Assim, o governador-geral Men de Sá resolveu exterminar os índios.

O canibalismo é um ritual perverso para os desconhecidos, mas mostra que cada povo tem e adere a uma cultura e os primeiros habitantes do Brasil foram vítimas dos colonizadores, ora  por causa da captura e venda de índios, as missões judaicas, a exploração de seu trabalho, as epidemias, as guerras entre índios e brancos.
 
Todos esses foram fatores que causaram a revolta no índio porque estava sendo arrancado algo que eles haviam apreendido desde que vieram para a América. Para os europeus, muitas vezes esses atos eram caracterizados como demoníacos e não condiziam aos princípios que eles acreditavam tornando a imagem do índio cruel e sanguinária.